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Militares destacados frente ao Bataclã não intervieram contra os terroristas

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Segundo o deputado belga social-cristão Georges Dallemagne (um antigo médico próximo do ministério francês da Defesa), os militares em serviço frente ao Bataclan, em Paris, aquando dos atentados do Daesh(E.I.) de 13 de novembro de 2015, não intervieram.

Interrogado pela RLT Belgique, o político belga declarou:

«Sabe-se que a gendarmeria não interveio embora estivesse presente no local. Sabe-se que a força Sentinela, que tinha seis militares armados diante do teatro Bataclan, não interveio no momento em que a carnificina se dava no Bataclan» (…) «Eles pensaram que não deviam intervir porque as suas regras de intervenção não previam que o deviam fazer. As suas regras previam que eles apenas deviam proteger-se a si mesmos. É completamente incrível, alucinante.»

O deputado lamentou a falta de bom senso, enquanto o ministério belga da Defesa confirmou que os seus homens tinham instruções para intervir em situação semelhante.

Tradução
Alva

Rede Voltaire

Voltaire, edição internacional

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