Vivia na mesma casa que ganhou com seu trabalho intelectual antes da Revolução. Muitas vezes a visitei nela; ali ocupava um pequeno espaço, sempre escrevendo. Jamais protestou nem se queixou de nada.

Por decisão própria seus restos foram cremados e espalhados no Jardim Botânico, entre as flores escolhidas por ela. Foi assim que escaparam do frio e do silencioso mármore.

Fonte
Agence Cubaine de Nouvelles

Agência Cubana de Notícias