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Ateneu Popular de Vallcarca〈=nl

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Segundo Emmanuel Macron, o tempo da soberania popular acabou Damasco (Síria) | 6 de Setembro de 2017
Pronunciando um discurso orientador diante dos mais importantes diplomatas franceses, o Presidente Macron revelou a sua concepção do mundo e a maneira como pensa utilizar as ferramentas de que dispõe. Segundo ele, acabou a soberania popular, tanto em França, como na Europa, portanto não existe mais democracias nacionais ou supra-nacionais. Já não há mais Interesse colectivo, ou República, mas, sim um catálogo heterogéneo de coisas e de ideias que constituem os bens comuns. Descrevendo aos embaixadores o trabalho que deverão realizar, ele informou-os que não deveriam continuar a defender os valores do seu país, mas, antes buscar oportunidades para actuar em nome do Leviatã europeu. Entrando em detalhe quanto a certos conflitos acabou descrevendo um programa de colonização económica do Levante e de (...)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Congresso dos Estados Unidos dá o braço a torcer e aprova a reforma de cotas do FMI Cidade do México (México) | 3 de Janeiro de 2016
Aparentemente, o ano de 2015 marca o início da revolução no interior do FMI. Primeiro, se aprovou a inclusão do yuan, a moeda chinesa, entre os DEG, a cesta de divisas criada em 1969 para servir de suplemento das reservas oficiais dos países-membros. Agora, graças à aprovação do Congresso dos Estados Unidos, o FMI poderá implementar finalmente a reforma do sistema de quotas de representação, com o qual a China e outras potências emergentes ganharão peso na tomada de decisões, enquanto os países do continente europeu perderão relevância. Não obstante, ainda é prematuro concluir que se trata de uma transformação radical na correlação de forças dentro do FMI: os Estados Unidos continuarão mantendo seu poder de veto.
 
 
 
 
« A Arte da Guerra »
Por trás do ataque USA aos smartphones chineses
Manlio Dinucci