Rede Voltaire

Em 1992, os Estados Unidos tentaram esmagar militarmente a Transnístria

No meio da confusão do desmembramento da URSS e das proclamações de independência dos Estados soviéticos, os meios de difusão deram muito pouca atenção à da Transnístria. Isto levou a que os Estados Unidos, ansioso por consolidar a sua própria influência, se opusesse ao reconhecimento da Transnístria por parte da ONU, e que Washington tratasse, inclusive, de esmagá-la dando o seu apoio a uma invasão romeno-moldava através do rio Deniestre. Os americanos cometeram, no entanto, um grave erro ao subestimar os generais de Moscovo que se opunham a Boris Yeltsin. Utilizando os meios do 14o Exército russo, estacionado na própria Transnístria, esses generais tornaram possível a vitória da resistência popular dirigida pelo presidente da Transnístria (também conhecida como Pridnestrovia), Igor Smirnov. Este artigo refere acontecimentos, não divulgados, que permitiram atingir o status quo que as discussões sobre o status do Kosovo, e a retirada russa do CFE, puseram novamente sobre o centro de mesa.

| Tiraspol (Transnistrie)
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Cossacos e soldados pridnestrovianos conduzem (dirigem-Br) um blindado russo perto da ponte de Bender (1992)

No início da União Soviética a Transnístria era uma República Autónoma (RASSM), e fazia parte da República Socialista Soviética da Ucrânia (RSSU). Mas, depois dos acordos de Munique –em que a França e a Inglaterra deixaram a Checoslováquia nas mãos do III Reich– a URSS, ao ver-se isolada, concluiu um acordo com a Alemanha para não se converter na vítima seguinte do expansionismo nazista, e da covardia das nações do Europa ocidental. No entanto, longe de limitar-se a salvar Moscovo (Moscou-Br), o pacto assinado a 23 de agosto de 1939, pelos ministros de Relações Exteriores Joachim Von Ribbentrop e Viacheslav Molotov, estipulava a repartição de todo o centro da Europa. Uma das conseqüências deste jogo de influências foi a anexação por parte da URSS de uma parte do território de Roménia, a sua incorporação administrativa na república autônoma antes mencionada (RASSM) e, portanto, a formação da nova República Socialista Soviética de Moldávia (RSSM) na qual se falavam, simultâneamente, o romeno e o russo.

Cinquenta anos depois, os povos que tinham sido vítimas do Pacto Ribbentrop- Molotov recuperaram a sua liberdade como consequência do derrube da União Soviética. Apesar da oposição do presidente Mikail Gorbatchov, os países bálticos e a Transnístria proclamaram, unilateralmente, a sua própria independência em 1990. Moscovo enviou rápidamente as suas tropas especiais para restabelecer a ordem nos países bálticos, mas não tomou a sério a pequena Transnístria e não interveio ali. O governo da Moldávia também não se inquietou. Em pleno período de descomposição da URSS, a Moldávia estimou que o seu futuro seria a união com a Roménia, país com o qual tem em comum o idioma, e admitiu a separação, a curto prazo, da Transnistria de língua russa.

A 19 de agosto de 1990, em Moscovo, um grupo de generais, nostálgicos do sonho soviético, derruba o presidente da URSS, Mikail Gorbatchov, mas encontra a oposição do presidente da Rússia, Boris Yeltsin. O golpe fracassa em 3 dias. No meio da confusão generalizada, a Estônia e a Letônia saiem definitivamente da URSS. A Bielorrúsia e a Moldávia fazem o mesmo, a 25 de agosto, seguidas pela Transnístria (pela segunda vez) a 1 de setembro e, posteriormente, por todas as demais repúblicas soviéticas, uma por uma, durante um processo que dura 2 meses.

Na sua declaração de independência, a Moldávia ex-soviética proclama, solenemente, a nulidade de todos os actos políticos e legais derivados do Pacto Ribbentrop- Molotov, incluindo a incorporação forçada da Transnístria no seu próprio território [1]. Mas os serviços secretos moldavos – fora de todo o contrôlo político – tratam de impedir a separação da Transnístria sequestrando o líder Igor Smirnov, em território ucraniano [2]. Tiraspol mantém a sua posição e proclama rápidamente a independência, como já vimos anteriormente. O novo Estado exige, além disso, a libertação imediata do seu presidente ou, caso contrário, interromperia as suas entregas de gás e eletricidade à nova Moldávia [3]. Em resumo, a Moldávia e a Transnístria confirmam cada uma a sua própria independência, através de um referendum, e designam os seus novos dirigentes. Sangrentas escaramuças têm lugar entre as Unidades Especiais do ministério do Interior da Moldávia e a Guarda Nacional da Transnístria. A Moldávia não só fracassa nas suas tentativas de deslocar a fronteira para o leste como Bendery, cidade de língua russa situada na orla ocidental do rio Deniestre, decide passar-se para o lado de Tiraspol. Estabelece-se, então, um cessar-fogo.

Aproveitando a dissolução da URSS, os Estados Unidos tratam de atrair os novos Estados. Os moldavos só pensam no nível de vida ocidental, enquanto os transnístrios pretendem concretizar o abandonado sonho de Gorbatchov: adoptar a liberdade de empresa e a democracia (Perestroika), bem como a transparência nos meios de difusão (Glasnost), mas conservando ao mesmo tempo as conquistas do socialismo. Inadmissível para o tio Sam que está a tratar de dinamitar a Jugoslávia, e que espera acabar para sempre com o socialismo! Washington tenta então manipular Chisinau contra Tiraspol. Este contexto leva ao sequestro de Igor Smirnov pelos serviços secretos moldavos e, sobretudo, aos posteriores acontecimentos. A 28 de fevereiro de 1992, os Estados Unidos fazem entrar, triunfalmente, na ONU 8 novos Estados, entre os quais se encontra a Moldávia. Mas não se reconhece a Transnístria pós-soviética, que passa, então, do status de novo Estado à espera do reconhecimento internacional para o de região separatista moldava. À luz do direito internacional, a nova situação permite apresentar a conquista militar da Transnístria como uma simples operação de restabelecimento da ordem pública, durante um confronto com secessionistas.

Aquando de uma breve visita do então secretário de Estado, James Baker III, Washington instala o seu dispositivo. O embaixador John R. Davis Jr., que fez maravilhas manipulando o Solidarnosc (Sindicato polaco Solidariedade-ndT) na Polónia, dirigirá as operações a partir de Bucareste. O chefe da estação da CIA será Harold James Nicholson [4]. Abre-se em Chisinau uma representação diplomática [americana] que servirá de centro de operações ao coronel Howard Steers. Recrutando elementos de variada procedência, os conselheiros militares americanos (estadounidenses-Br) fabricam uma força moldava. Sendo a Moldávia uma república que acaba de obter a independência, Chisinau não dispõe de um exército. Washington obtém então de Bucareste o envio de certa quantidade de oficiais romenos e de blindados, na qualidade de empréstimo. Quanto aos soldados recorre-se ao recrutamento nas prisões. Proclama-se uma amnistia (anistia-Br) para os presos comuns que aceitem participar nos combates. Não se lhes oferece remuneração, mas autoriza-se-lhes fazer o seu próprio saque. Poderão, inclusive, apoderar-se das casas dos transnístrios que matem [5].

Em Tiraspol, as autoridades transnístrias compreendem, rápidamente, a reviravolta que se produziu na situação, sobretudo, tendo em conta que devido ao acantonamento de 8. 000 homens do 14o Exército russo em território transnístrio, as famílias dos militares russos constituem metade da população transnístria. Com o apoio das estruturas sindicais, das quais ele mesmo procede, Igor Smirnov organiza, em primeiro lugar, uma defesa popular. Além disso, os lendários cossacos unem-se «espontâneamente» a Igor Smirnov. Vários voluntários chegam a Tiraspol para enquadrar militarmente a população [6]. Mas são precisas armas. E estas abundam no arsenal do 14o Exército russo. No entanto, o Estado Maior russo, obrigado a enfrentar muitos outros conflitos, nesse mesmo momento, dentro do espaço ex-soviético declara-se neutral [7]. A 15 de março, uma multidão rodeia o arsenal e exige a entrega de armas. Ao cabo de um longo e angustiante período de tensão, os oficiais desistem de defender o arsenal. A multidão apodera-se de 1. 000 espingardas kalachnikov, 1,5 milhões de balas e 1.300 granadas que põe em mãos dos cossacos [8].

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Cossacos diante de um veículo blindado improvisado construido a partir de um camião recoberto com placas de aço.

As armas chegam mesmo a tempo. Chisinau, que proclamou o estado de emergência, prepara-se para retomar Bendery. Igor Smirnov pede à Comunidade de Estados Independentes (CEI) o envio de observadores e que faça respeitar o cessar fogo, mas Boris Yeltsin recusa implicar-se [9]. Todavia, Bendery é a sede de uma unidade do 14o Exército russo, e essa unidade anuncia que não tem intenções de ficar de braços cruzados diante de uma ofensiva moldava, independentemente das ordens da sua própria hierarquia. Abrem-se negociações. O vice-presidente russo, coronel Alexander Rutskoy, viaja para a região na qualidade de mediador, mas os Moldavos, confiados no apoio americano, nem sequer respondem aos apelos telefónicos do vice- presidente e ainda menos a recebê-lo. E não se enganam porque Rutskoy viaja para Bendery, onde pronuncia um apaixonado discurso a favor da Transnístria [10]. Depois o fervoroso Rutskoy regressa a Moscovo, onde tenta, em vão, mobilizar a Duma [11].

Num prudente retrocesso, os moldavos aceitam a colocação de observadores militares da CEI [1[«Observers force to be deployed in Trans-Dnestr» (inglês-"Força de observadores será colocada no Trans-Deniestre"-ndT), AFP, 18 de abril de 1992.«Trêve armée de part et d’autre du Dniestr » (francês- "Trégua armada de uma parte e de outra do Deniestre"-ndT) par Jean-Baptiste Naudet, Le Monde, 20 de maio de 1992.]] e os cossacos são desmobilizados [12].

Em resposta à visita do vice-presidente russo Rutskoy, os moldavos recebem por sua vez o presidente romeno Ion Iliescu para discutir com ele a fusão dos dois Estados. Mas Iliescu, que teme ver-se envolvido num conflito militar, limita-se a fazer umas quantas declarações e abstêm-se de assinar os protocolos que lhe são apresentados [13].

Prosseguem as negociações mas, independentemente da boa vontade dos diplomatas, estas chocam com a multiplicidade de protagonistas. Na Rússia, Rutskoy já não faz figura de um cabeça-quente solitário. Entram em cena o general Albert Makashov [14] e outras personalidades. Finalmente Boris Yeltsin acaba por se decidir dando ordem ao 14o Exército para se preparar para uma retirada total. Em Chisinau, o presidente moldavo Mircea Snegur e os seus conselheiros americanos vêem nessa notícia a luz verde que tanto esperavam. Põem-se diretamente ao comando de todas as forças disponíveis (polícia, alfândegas e exército), exigem a aprovação do parlamento moldavo para «esmagar os separatistas», e lançam para tal um apelo à ONU [15].Uma multidão de mulheres rodeia novamente o arsenal do 14o Exército russo. Apoderam-se desta vez de uma trintena de blindados, sem encontrar oposição da parte dos soldados russos [16].

Em Moscovo dá-se uma reviravolta no quadro das difíceis negociações Americano- Russas sobre o desarmamento. O muito conciliador ministro russo das Relações Exteriores Andrei Kozirev declara, surpreendentemente, que «não exclui que a Transnístria volte um dia à Rússia» [17]. Em Chisinau, os apoiantes da Grande Roménia organizam manifestações contra os «separatistas» aos gritos de «Às malas, ao comboio (trem-Br), à Rússia!». A 20 de junho de 1992, a Moldávia ataca a Transnístria. O objetivo não é a tomada de posições estratégicas, mas o de semear o terror entre a população para provocar um êxodo. Os soldados [de Chisinau] abrem fogo sobre os civis em todo o lado. As principais ruas de Bendery cobrem-se de cadáveres [18]. Quebrando as ordens de Moscovo, os tanques do 14o Exército russo saem das casernas e enfrentam a invasão. Três desses tanques são destruídos [19]. Um deles faz parte hoje do monumento erigido em memória dos mortos naqueles trágicos acontecimentos.

O presidente [moldavo] Mircea Snegur intervêm ante o parlamento de Chisinau e declara, num discurso transmitido pela televisão, que a «Rússia desencadeou uma guerra não declarada contra a Moldávia. O Deniestre é uma zona ocupada pelo 14o Exército russo» [20]. Pela sua parte, o governo de Bucareste nega ter enviado pilotos para o exército moldavo [21]. Será desmentido por sua vez pelo 14o Exército russo, que afirma que uma dezena de aviões romenos participam nos combates [22].

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Os combates dos primeiros dias serão particularmente sangrentos –com mais de mil vítimas civis– e decisivos. Imediatamente se torna evidente que uma resistência popular organizada e armada se imporá ante um adversário que, apesar de ser superior em número e em equipamento, carece de motivação e age como uma tropa mercenária.

Os combates prolongam-se ainda por 3 dias, mas a guerra já terminou.

A 29 de junho, o encarregado de negócios americano, coronel Howard Steers, presente em Bendery para coordenar as operações militares, escapa por muito pouco aos disparos de franco-atiradores transnístrios [23].

Boris Yeltsin decide recuperar o controle do 14o Exército. A 30 de junho ele nomeia à cabeça dessa força o general Alexander Lebed e encarrega-o de recuperar o contrôlo de todas as unidades, e sacar a Rússia do conflito. Como é costume o recuo acompanha-se de declarações marciais que não enganam ninguém [24]. Para compensar a retirada, os «patriotas» russos enviam novamente cossacos para Tiraspol [25]. Por sua vez, Washington concede aos moldavos «a cláusula de nação mais favorecida», como forma de indemnização por esta fracassada associação.

A 3 de julho, Boris Yeltsin e Mircea Snegur assinam em Moscovo um acordo de cessação do fogo. Desde então, a Transnístria (rebatizada como Pridnestrovia para fazer notar que já não se limita à margem oriental do Deniestre e que inclui também a cidade de Bendery) vive em paz sob a proteção dos últimos soldados do 14o Exército russo. Este pequeno território de meio milhão de habitantes continua a negar a alinhar-se com a OTAN e a União Europeia e, como represália, e vê-se por isso privado do reconhecimento internacional.

Quatorze meses depois de terem repelido a invasão orquestrada pelos Estados Unidos, Roménia e Moldávia, os pridnestrovianos provaram o seu agradecimento aos seus amigos russos. Em setembro de 1993, quando o presidente Boris Yeltsin –com o apoio de Estados Unidos– tentou aumentar os seus poderes, mediante o uso da força, e dissolveu ilegalmente o parlamento, os deputados rebelam-se, destituem-no e põem no seu lugar o vice-presidente Alexander Rutskoy. Os parlamentares entrincheiraram- se no seu hemiciclo com o general Albert Makashov, e voluntários pridnestrovianos uniram-se a eles para garantir a defesa. Mas Yeltsin bombardeou a sede do parlamento [russo] e ordenou o assalto.

Os insurgentes, entre os quais se encontravam Rutskoy y Makashov, são encarcerados. Acabarão amnistiados 4 meses mais tarde.

Tradução
Alva

[1] «Declaratia de independenta a Republicii Moldova» (romeno-”Declaração de independência da República Moldava”-ndT), in Romania libera, 28 de agosto de 1991, p.8.

[2] «Moldovians kidnap Russian rival» (inglês-"Moldavos sequestram rival Russo-ndT) The Washington Times, 30 de agosto de 1991.

[3] «Russian-Speaking Area of Moldova Declares Independence» (inglês-"Area Moldava de Lingua Russa declara Independência"-ndT), Reuters, 2 de setembro de 1991. Sobre a questão energética, ver «Au cœur de la Guerre du gaz, la petite République de Transnistrie» (francês-"No centro da Guerra do Gaz, a pequena República da Transnístria"-ndT) por Arthur Lepic, Réseau Voltaire, 3 de julho de 2007.

[4] Dois anos mais tarde, Harold James Nicholson começou a trabalhar para os serviços russos. Foi descoberto em 1996.

[5] Testemunhos recolhidos no Museu de Tiraspol.

[6] «Cossacks march out of History into moldovan conflict», Reuters, 8 de março de 1992. «Cossaks assisting rebels who seek split from Moldova» (inglês-"Cossacos socorrem rebeldes que buscam a separação da Moldávia"-ndT) por Ken Gluck, The Dallas Morning News, 9 de abril de 1992.

[7] «Soviet army in Moldova takes refuge in neutrality» (inglês- Exército Soviético na Moldávia declara-se neutral"-ndT), por Vanora Benett, Reuters, 10 de março de 1992.

[8] «Russians in Moldova seize CIS arms stock» (inglês- Russos na Moldávia capturam arsenal de armas CIS"-ndT), AFP, 15 de março de 1992.

[9] «Trans-Dnestr leader calls for neutral observers in Moldova» (inglês- " Líder Trans-Deniestre apela para observadores neutrais na Moldávia"-ndT), AFP, 30 de março de 1992.

[10] «Rutskoy calls for independent Dnestr» (inglês- "Rutskoy apela para independência do Deniestre"-ndT), AFP; «Moldova accuses Russia of interfering in conflict» ("Moldávia acusa Rússia de interferência no conflito"-ndT), Reuters, 5 de abril de 1992. «Moldovan president slams Russian support for Dnestr independence» (inglês- "Presidente Moldavo acusa Rússia de apoiar independência do Deniestre"-ndT), AFP, 7 de abril de 1992.

[11] «Réformateurs elstiniens contre contestataires: premières escarmouches au Congrès des députés» (francês-"Reformadores de Yeltsin contra contestatários: pimeiras escaramuças no Congressso de deputados"-ndT) por Jan Krauze, Le Monde, 8 de abril de 1992.

[12] «Cossak aides to Moldova separatists return home», AFP, 10 de abril de 1992. «Rebel Moldova leader thanks cossacks «defending democracy» (inglês-"Líder dos rebeldes Moldavos agradece aos Cossacos por «defesa da democracia»-ndT), por Philippe Naughton, 24 de abril de 1992.

[13] «Moldavie: durant la visite du président roumain, de nouveaux combats ont fait une vingtaine de morts» (francês-"Moldávia: durante a visita do presidente Romeno novos combates fizeram uma vintena de mortos"-ndT), por Jean-Baptiste Naudet, Le Monde, 21 de maio de 1992.

[14] Entrevista com o general Makashov, Sovietskaya Rossiya, 26 de maio de 1992.

[15] «Moldova calls on Russia to end aid to separatists» ("Moldávia apela à Rússia para parar de apoiar separatistas"-ndT), por Justin Burke, The Christian Science Monitor, 27 de maio de 1992.

[16] «Dniester fracture a soviet legacy of self-proclaimed republic well-disposed toward Yeltsin’s soldiers» por John Gray, Globe and Mail; «Russian role in Moldova underlined» por Chrystia Freeland, Financial Times, 29 de maio de 1992.

[17] «Moldova rejects Russian claims on Dniestr» (Moldávia rejeita alegações Russas sobre o Deniestre"-ndT) , AFP, 13 de junho de 1992. «CEI: le conflit du Dniestr "La Russie ignore les réalités et l’Histoire" nous déclare le ministre moldave des affaires étrangères» (francês-«CEI: o conflito do Deniestre "A Rússia ignora as realidades da história" diz-nos o ministro moldavo dos negócios estrangeiros»-ndT), por Jean-Baptiste Naudet, Le Monde, 14 de junho de 1992.

[18] «Moldovan troops press attack on stronghold defended by rogue soldiers», (inglês-"Tropas Moldavas apressam ataque a fortaleza defendida por soldados do acaso"-ndT) por Thomas Grinsberg, Associated Press; «Hundred fill morgue after fierce moldovan fighting» ("Centenas de mortos enchem a morgue após ferozes combates na Moldávia"-ndT) por Dimitri Solovyov, Reuters, 23 de junho de 1992.

[19] «Moldavie: le conflit de Transnistrie. Les combats ont fait des dizaines de morts à Bendery» (francês-"Moldávia: o conflito da Transnístria. Os combates causaram dezenas de mortos em Bendery"-ndT) por Jean-Baptiste Naudet, Le Monde, 23 de junho de 1992.

[20] «De nombreux morts et blessés à Bendery» ("Numerosos mortos e feridos em Bendery"-ndT), por Jean-Baptiste Naudet, Le Monde, 24 de junho de 1992.

[21] «Romania denies military involvement in Moldova» (inglês- Roménia nega envolvimento militar na Moldávia"-ndT), Reuters, 22 de junho de 1992.

[22] «Romanian air force over-flies Moldova conflict zone» (inglês-"Força Aérea Romena voa na zona de conflito Moldava"-ndT), AFP, 24 de junho de 1992.

[23] «International Observers Come Under Fire in Moldova» ("Observadores internacionais debaixo de fogo na Moldávia"-ndT), Associated Press, 29 de junho de 1992. «U.N. team ducks shots by snipers in Moldova», Austin American-Statesman; «U.N. team caught in sniper fire in Moldova»(inglês-"equipe das Nações Unidas apanhada por fogo de senaipers na Moldávia"-ndT) , por Tom Squitieri, USA Today, 30 de junho de 1992.

[24] «M. Eltsine donne de nouveaux gages à l’armée russe» (francês- "Yeltsin dá novas missões ao exército russo"-ndT), Le Monde, 1o de julho 1992.

[25] «Moldova: fearsome cossack warriors return to the battle front» ("Moldávia: destemidos guerreiros cossacos retornam à frente de batalha"-ndT) por Chris Stephen, IPS, 1o de julho de 1992.

Thierry Meyssan

Thierry Meyssan Intelectual francês, presidente-fundador da Rede Voltaire e da conferência Axis for Peace. As suas análises sobre política externa publicam-se na imprensa árabe, latino-americana e russa. Última obra em francês: L’Effroyable imposture: Tome 2, Manipulations et désinformations (ed. JP Bertrand, 2007). Última obra publicada em Castelhano (espanhol): La gran impostura II. Manipulación y desinformación en los medios de comunicación (Monte Ávila Editores, 2008).

 
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