Rede Voltaire

Thierry Meyssan

Intelectual francês, presidente-fundador da Rede Voltaire e da conferência Axis for Peace. As suas análises sobre política externa publicam-se na imprensa árabe, latino-americana e russa. Última obra em francês: Sous nos yeux. Du 11-Septembre à Donald Trump. Outra obras : L’Effroyable imposture: Tome 2, Manipulations et désinformations (ed. JP Bertrand, 2007). Última obra publicada em Castelhano (espanhol): La gran impostura II. Manipulación y desinformación en los medios de comunicación (Monte Ávila Editores, 2008).

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Segundo Emmanuel Macron, o tempo da soberania popular acabou Damasco (Síria) | 6 de Setembro de 2017
Pronunciando um discurso orientador diante dos mais importantes diplomatas franceses, o Presidente Macron revelou a sua concepção do mundo e a maneira como pensa utilizar as ferramentas de que dispõe. Segundo ele, acabou a soberania popular, tanto em França, como na Europa, portanto não existe mais democracias nacionais ou supra-nacionais. Já não há mais Interesse colectivo, ou República, mas, sim um catálogo heterogéneo de coisas e de ideias que constituem os bens comuns. Descrevendo aos embaixadores o trabalho que deverão realizar, ele informou-os que não deveriam continuar a defender os valores do seu país, mas, antes buscar oportunidades para actuar em nome do Leviatã europeu. Entrando em detalhe quanto a certos conflitos acabou descrevendo um programa de colonização económica do Levante e de (...)
 
 
 
 
 
 
 
Uma rede de tráfico de armas implicando pelo menos 17 Estados
Milhares de milhões de dólares de armas contra a Síria
Thierry Meyssan
Milhares de milhões de dólares de armas contra a Síria Damasco (Síria) | 18 de Julho de 2017
Desde há sete anos, vários milhares de milhões de dólares de armamento entraram ilegalmente na Síria ; um facto que, só por si, basta para desmentir a narrativa segundo a qual esta guerra seria uma revolução interna democrática. Inúmeros documentos atestam que este tráfico foi organizado pelo General David Petraeus, primeiro a título público a partir da CIA da qual ele era o director, depois a título privado a partir da sociedade financeira KKR, com a ajuda de altos funcionários. Assim, o conflito, que era inicialmente uma operação imperialista dos Estados Unidos e do Reino Unido, transformou-se numa operação capitalista privada, enquanto em Washington a autoridade da Casa Branca era contestada pelo “Estado Profundo”. Novos elementos lançam luz sobre o papel secreto do Azerbaijão na evolução desta (...)