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Al-Watan (Síria)
91 artigos
Damasco (Siria) | 28 de Abril de 2013Duas semanas após os atentados de Boston, as autoridades norteamericanas fornecem um a um os indícios que teriam descoberto. A questão gira à volta da origem chechena dos «culpados» e das conclusões que se deveriam daí retirar. Pelo seu lado os Internautas e a imprensa russa surgem com uma outra história, na qual o principal «culpado» é um agente da CIA.
Damasco (Siria) | 21 de Abril de 2013O que é que tem a ver a Síria com o atentado de Boston? Nada à primeira vista, no entanto este atentado — e o barulho que ele espalha — responde à questão principal da suspensão do plano Kerry-Lavrov. Se nada se passa na Síria, é porque Washington e Moscovo encontram dificuldades imprevistas, entre as quais a questão chechena.
«Sob os nossos olhos»
O Tratado sobre o comércio de armas, lei suprema do capitalismopor
Thierry Meyssan
Damasco (Siria) | 7 de Abril de 2013Na sequência de sete anos de negociações, a Assembleia geral das Nações Unidas adoptou, a 2 de abril de 2013, um projeto de Tratado sobre o Comércio de armas, por 154 votos a “Favor”, 23 abstenções, e 3 votos "Contra". Com entusiasmo, os embaixadores ocidentais felicitaram-se uns aos outros por esta «votação histórica» de um texto «ambicioso», que «porá definitivamente fim ao comércio ilícito de armas», já que é «equilibrado», «eficaz» e «robusto», etc.
Com estas sonantes declarações, eles esperavam convencer (...)
Moscovo (Rússia) | 25 de Março de 2013Washington foi rápido a utilizar a crise financeira cipriota para iniciar a estratégia de captação de capitais que eu descrevi três semanas atrás nestas colunas . Com a ajuda da directora do Fundo monetário internacional, a pró-americana Christine Lagarde, eles puseram em causa a inviolabilidade da propriedade privada na União europeia e tentaram confiscar um décimo dos depósitos bancários, pretensamente para capitalizar a banca nacional cipriota afectada pela crise grega.
É escusado (...)
Damasco (Siria) | 10 de Março de 2013John Kerry e o seu homólogo saudita, o ultra-reacionário príncipe Al-Faiçal.
A implementação do plano de paz para a Síria, negociado entre Russos e Norte- americanos, patina. Primeiro foi o atraso na confirmação da nova equipa de defesa dos EU pelo Senado. Depois, as declarações contraditórias, para não dizer incoerentes, do novo secretário de Estado, John Kerry.
Seja como for, dois elementos novos podem ser estabelecidos.
• O activismo da Arábia Saudita e do Catar reforçou-se com o acordo aparente (...)
Damasco (Siria) | 3 de Março de 2013Aquando do seu discurso anual sobre o estado da União, o presidente Barack Obama anunciou unilateralmente a abertura de negociações sobre uma Parceria global transatlântica de comércio e de investimento com a União europeia (12 Fevereiro). Algumas horas mais tarde, este “scoop” era confirmado por uma declaração conjunta do presidente dos EU e dos presidentes do Conselho europeu, Herman van Rompuy, e da Comissão europeia, José Manuel Barroso.
O projecto de Zona de livre-troca transatlântico (...)
Damasco (Siria) | 24 de Fevereiro de 2013Após dois anos de combates, está claro que Exército árabe sírio, concebido para defender o território em caso de guerra convencional, não está em condições de estabilizar o país ao mesmo tempo que prossegue a sua missão principal. Ele venceu sem dificuldade os jihadistas de cada vez que eles se reagruparam, mas ele não tem a capacidade para combater uma guerrilha móvel, que compensa o seu fraco suporte popular com uma poderosa ajuda logística estrangeira.
Finalmente, a Síria resolveu-se (...)
Teerão (Irão) | 21 de Fevereiro de 2013A democracia iraniana está em plena ebulição. As clivagens de 2009 desapareceram agora, ao ponto do presidente Barack Obama vir admitir publicamente que Mahmud Ahmadinejad foi efectivamente reeleito, de forma limpa na altura, por uma maioria dos seus concidadãos. O movimento verde que na altura uniu a burguesia urbana e uma parte da juventude foi-se. Washington não aposta agora no derrube do regime, mas sim na sua divisão. Os Estados Unidos tentariam explorar a crise entre a corrente religiosa, representada pelo clã Larijani, e a corrente nacionalista da família Ahmadinejad.
11 de Fevereiro de 2013Na hora da sua retirada, a secretária de Estado Hillary Clinton defendeu o seu trabalho numa entrevista dada ao New York Times. . Circunstancialmente, ela acrescentou em «off» algumas confidencias aos jornalistas que as introduziram num artigo em separado. .
Preocupada em conservar as suas “chances” para a eleição presidencial de 2016, ela esforçou-se em atirar a responsabilidade do seu falhanço na Síria sobre o presidente Barack Obama. Na esteira de dois anos de guerra secreta, os (...)
Damasco (Siria) | 4 de Fevereiro de 2013A saída de Hillary Clinton foi cuidadosamente encenada para garantir as suas chances de poder tornar-se candidata democrata à eleição presidencial. A antiga primeira dama encara sempre como possível o seu retorno à Casa-Branca e os corretores de apostas abriram as apostas sobre um duelo em grande entre as duas dinastias, em 2016, face a Jeb Bush (o irmão mais velho de Júnior).
Seja como for, a Sra Clinton dirigiu-se primeiro ao Council on Foreign Relations – (Comité de Relações Externas-NdT) - (...)
Damasco (Siria) | 28 de Janeiro de 2013Temendo que militares atentem contra o presidente da República, o serviço de segurança do Eliseu tratou de neutralizar as armas, aquando da cerimónia dos votos anuais (base de Olivet, 9 de Janeiro de 2013). © Presidência da República Francesa
As aventuras militares de Nicolas Sarkozy e François Hollande no Afeganistão, na Costa do Marfim, na Líbia, na Síria e agora no Mali são vivamente discutidas no seio do exército francês. E a oposição que levantam chegou a um ponto crítico. Eis alguns (...)
Damasco (Siria) | 23 de Janeiro de 2013Por Thierry Meyssan Preparada desde há muito tempo e anunciada com 6 meses de antecipação pelo presidente francês François Hollande, a intervenção francesa no Mali foi apresentada como uma decisão urgente tomada em resposta a incidentes dramáticos e inesperados. Essa encenação não só tem como objetivo apoderar-se do ouro e do urânio maliano como abre além disso o caminho à desestabilização da Argélia.
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